Vereador · Guarujá do Sul/SC · PP
Gilmar Klaus
Gilmar Klaus declarou R$ 9.500,00 em bens à Justiça Eleitoral em 2016, quando concorreu a vereador (Guarujá do Sul/SC) pelo PP e foi eleito por qp. Entre 2008 e 2016, o patrimônio declarado variou -35,2% (R$ -5.155,00); descontada a inflação, -60,9%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2008 (R$ 14.655,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 24.321,84 em 2016, só acompanhando o IPCA (+66,0%). Foram declarados R$ 9.500,00: R$ 14.821,84 abaixo da inflação (−60,9% em termos reais), uma perda de poder de compra.
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2008 · Vereador · Suplente
- 2016 · Vereador · Eleito por QP
Eleito em 1 de 2 eleições do período (2016).
Eleito em 2016: o mandato começa depois do período comparado, então ele não entra nesta conta.
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2016
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2008 | Vereador | Guarujá do Sul/SC | PPS | Suplente | 2 | R$ 14.655,00 | R$ 39.515,63 | |
| 2016 | Vereador | Guarujá do Sul/SC | PP | Eleito por QP | 2 | R$ 9.500,00 | R$ 15.434,63 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.