Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSDB
Diogo Paz Bier
Diogo Paz Bier declarou R$ 2.019.534,57 em bens à Justiça Eleitoral em 2022, quando concorreu a deputado estadual (Rio Grande do Sul) pelo PSDB (resultado: suplente). Entre 2006 e 2022, o patrimônio declarado variou +1.513,0% (+R$ 1.894.334,57); descontada a inflação, +551,5%.
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
Inflação e poder de compra
O patrimônio declarado cresceu mais ou menos que os preços e o salário mínimo? Comparação com IPCA e INPC (IBGE) e IGP-M (FGV), usando os preços de agosto, mês do registro das candidaturas.
Variação no período
Para manter o poder de compra de 2006 (R$ 125.200,00), o patrimônio precisaria chegar a R$ 309.965,84 em 2022, só acompanhando o IPCA (+147,6%). Foram declarados R$ 2.019.534,57: R$ 1.709.568,73 acima da inflação (+551,5% em termos reais).
Medido em salários mínimos, o patrimônio declarado foi de 358 salários mínimos em 2006 (salário mínimo de R$ 350,00) para 1.666 salários mínimos em 2022 (salário mínimo de R$ 1.212,00).
Eleito ou não, em cada eleição do período
- 2006 · Deputado estadual · Eleito
- 2008 · Vice-prefeito · —
- 2010 · Deputado estadual · Eleito por média
- 2014 · Deputado federal · Suplente
- 2018 · Deputado federal · Suplente
- 2022 · Deputado estadual · Suplente
Eleito em 2 de 6 eleições do período (2006 e 2010).
Exerceu mandato no período (eleito para deputado estadual em 2006 e 2010). O ganho acima da inflação, de R$ 1.709.568,73, equivale a 49 meses do subsídio bruto atual do cargo (R$ 34.774,64 por mês, vigência fev/2025).
Valores declarados seguem o custo de aquisição e não descontam dívidas; o patrimônio também muda por herança, venda de bens, rendimentos e outras atividades, então a comparação não indica, por si só, nenhuma irregularidade. Subsídio é o valor bruto, antes de impostos. Refazer a conta na calculadora.
O que foi declarado em 2022
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2006 | Deputado estadual | RS | PP | Eleito | 5 | R$ 125.200,00 | R$ 373.374,72 | |
| 2008 | Vice-prefeito | Porto Alegre/RS | PP | — | 6 | R$ 575.353,12 | R$ 1.551.377,80 | |
| 2010 | Deputado estadual | RS | PP | Eleito por média | 9 | R$ 774.603,34 | R$ 1.915.378,22 | |
| 2014 | Deputado federal | RS | PP | Suplente | 13 | R$ 1.675.068,37 | R$ 3.248.242,86 | |
| 2018 | Deputado federal | RS | PV | Suplente | 16 | R$ 1.788.626,21 | R$ 2.722.189,36 | |
| 2022 | Deputado estadual | RS | PSDB | Suplente | 13 | R$ 2.019.534,57 | R$ 2.432.665,35 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.