Deputado estadual · Rio de Janeiro · UNIÃO
Márcio Correia de Oliveira
Eleito por QP em 2026 7 declarações · 2012–2026
Nº 44444 em 2026
Márcio Correia de Oliveira declarou R$ 4.515.384,63 em bens à Justiça Eleitoral em 2026, quando concorreu a deputado estadual (Rio de Janeiro) pelo UNIÃO e foi eleito por qp. Entre 2012 e 2026, o patrimônio declarado variou +870,1% (+R$ 4.049.931,73); descontada a inflação, +346,3%.
Patrimônio declarado em 2026
R$ 4.515.384,63
14 bens declarados
Evolução 2012–2026 (nominal)
+870,1%
+R$ 4.049.931,73 · descontada a inflação: +346,3%
Candidatura mais recente
Deputado estadual
Eleito por QP · 2026 · Rio de Janeiro
Subsídio bruto mensal do cargo
R$ 34.774,64
teto de 75% do deputado federal; o valor exato varia por assembleia (vigência fev/2025)
Atenção aos dados
- 2024: declaração ligada pelo título de eleitor (CPF ausente na fonte).
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
O que foi declarado em 2026
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 | Vereador | Belford Roxo/RJ | PHS | Eleito por QP | 6 | R$ 465.452,90 | R$ 1.019.931,78 | |
| 2014 | Deputado estadual | RJ | PSL | Eleito por QP | 8 | R$ 2.014.852,90 | R$ 3.907.142,93 | |
| 2016 | Vice-prefeito | Belford Roxo/RJ | PSL | Eleito | 6 | R$ 1.285.853,00 | R$ 2.089.122,19 | |
| 2018 | Deputado estadual | RJ | MDB | Eleito por QP | 11 | R$ 2.214.194,23 | R$ 3.369.880,16 | |
| 2022 | Deputado estadual | RJ | UNIÃO | Eleito por QP | 11 | R$ 3.766.549,57 | R$ 4.537.062,54 | |
| 2024 | Prefeito | Belford Roxo/RJ | UNIÃO | Eleito | 13 | R$ 4.060.914,52 | R$ 4.486.056,41 | titulo |
| 2026 | Deputado estadual | RJ | UNIÃO | Eleito por QP | 14 | R$ 4.515.384,63 | R$ 4.552.410,78 |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.