Deputado estadual · Amazonas · PSDB
Jose Mario Frota Moreira
Suplente em 2018 7 declarações · 2006–2018
Jose Mario Frota Moreira declarou R$ 395.360,57 em bens à Justiça Eleitoral em 2018, quando concorreu a deputado estadual (Amazonas) pelo PSDB (resultado: suplente). Entre 2006 e 2018, o patrimônio declarado variou +34,5% (+R$ 101.360,57); descontada a inflação, -31,4%.
Patrimônio declarado em 2018
R$ 395.360,57
6 bens declarados
Evolução 2006–2018 (nominal)
+34,5%
+R$ 101.360,57 · descontada a inflação: -31,4%
Candidatura mais recente
Deputado estadual
Suplente · 2018 · Amazonas
Subsídio bruto mensal do cargo
—
Exibido apenas para candidatos eleitos na eleição mais recente.
Atenção aos dados
- Há mais de uma candidatura no mesmo ano; a série usa uma declaração por ano (as demais aparecem na tabela, sem somar).
Evolução do patrimônio declarado
Uma declaração por eleição. A linha tracejada mostra o mesmo valor corrigido pelo IPCA (a preços de 09/2026).
- Valor declarado
- Corrigido pela inflação
O que foi declarado em 2018
Bens agrupados por tipo, do maior para o menor valor.
Todas as candidaturas
| Ano | Cargo | Abrangência | Partido | Resultado | Bens | Declarado | Corrigido (IPCA) | Observação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2006 | Senador | AM | PDT | Não eleito | 4 | R$ 294.000,00 | R$ 876.774,50 | |
| 2008 | Vereador | Manaus/AM | PDT | Eleito | 5 | R$ 298.051,37 | R$ 803.663,46 | |
| 2010 | Deputado estadual | AM | PDT | Suplente | 5 | R$ 354.000,00 | R$ 875.343,36 | |
| 2012 | Vereador | Manaus/AM | PSDB | Eleito por QP | 6 | R$ 288.966,88 | R$ 633.203,71 | |
| 2014 | Deputado estadual | AM | PSDB | Suplente | 7 | R$ 326.433,72 | R$ 633.010,58 | |
| 2016 | Vereador | Manaus/AM | PHS | Suplente | 7 | R$ 326.708,30 | R$ 530.802,17 | |
| 2018 | Deputado estadual | AM | PSDB | Suplente | 6 | R$ 395.360,57 | R$ 601.716,74 | |
| 2018 | 1º suplente senador | AM | PSDB | — | 6 | R$ 395.360,57 | R$ 601.716,74 | outra candidatura no mesmo ano (não somada) |
Compare com outros políticos
Valores declarados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura, sem auditoria da Justiça Eleitoral, pelo custo de aquisição e sem descontar dívidas. Veja a metodologia.